Muito se fala em blocos econômicos. As editorias de economia sempre relataram algum acordo da União Europeia (UE), Nafta ou MERCOSUL. Existem outros grupos que também ditam a regra quando o assunto é a cooperação comercial entre países de uma determinada região ou ideologias afins. Apec, Tigres Asiáticos e Pacto Andino foram criados para fazerem frente às necessidades de cada conjunto de nações. Entretanto, há um bloco instituído no dia 3 de fevereiro de 1958, mas que entrou em operação somente em 1º de novembro de 1960: BENELUX.
A junção dos nomes dos países-integrantes: België (Bélgica), Nedelands (Holanda) and Luxembourg (Luxemburgo) deu nome ao grupo que, segundo estudiosos, deu origem a um dos blocos econômicos de maior força no cenário atual: a União Europeia (UE). O surgimento da BENELUX ocorreu num acordo firmado em Londres em 1944, perto do fim da Segunda Guerra Mundial, pelos governos dos países signatários. O objetivo dos três era facilitar o trânsito de pessoas e mercadorias entre seus componentes, além de diminuir a burocracia com a redução de taxas e impostos de comércio exterior. Tudo começou como uma zona de livre comércio entre os integrantes. Na época da criação, não era comum a existência de grupos economicamente interessados em um mesmo propósito. O grupo ganharia outros componentes com a adesão da Itália, Alemanha e França, o que resultou na criação da Comunidade Econômica Europeia e, posteriormente, da imponente União Europeia. A denominação BENELUX é atribuída também para o turismo e para quaisquer outras referências que lembrem os três principais países: Bélgica, Países Baixos e Luxemburgo; além de ter uma assembleia própria, não desrespeitando a estância maior do parlamento europeu.
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